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  Celulosix FF
   
 

Excipiente de última geração.

Indicações:

Categoria funcional
Adsorvente, diluente para cápsulas e comprimidos, desintegrante para comprimidos, lubrificante para pós e agente “anticaking”.

Aplicações tecnológicas ou em formulações farmacêuticas
A celulose microcristalina é largamente utilizada em produtos farmacêuticos para formulações de cápsulas e comprimidos de uso oral. No processo de fabricação pode tanto ser usado na granulação por via úmida como na compressão direta.
Em adição ao seu uso como diluente, a celulose microcristalina também pode ser usada como agente lubrificante e desintegrante. Propriedades muito necessárias numa formulação. A celulose microcristalina pode também ser utilizada em produtos cosméticos e alimentos.

Observações:
O produto é incompatível com agentes oxidantes fortes que reagem com compostos orgânicos, tais como, carvão ativado, permanganato de potássio e hidrocarbonetos. O dietilestilbestrol deve ser evitado devido à incompatibilidade com o dióxido de silício coloidal.

Recomenda-se a adição de Lauril Sulfato de Sódio (1-2%) para fármacos hidrofóbicos.

A concentração de uso de Celulosix FF e a necessidade da adição de outros excipientes à formulação do comprimido dependerão de um prévio desenvolvimento para determinação destas necessidades.

pH (12,5% - sobrenadante) 5,0 – 7,0

Concentração:
USO CONCENTRAÇÃO(%) Adsorvente 20-90 Anti-aderente 5-20 Diluente de cápsulas 20-90 Desintegrante de comprimidos 5-15 Diluente de comprimidos 20-90.

Durante muito tempo os excipientes eram considerados substâncias inertes associadas ao fármaco. Hoje sabemos, por estudos de biodisponibilidade e bioequivalência, que eles promovem a absorção através das propriedades físico-químicas, e que a falta de estudos na fase pré-farmacotécnica pode originar medicamentos que não produzam o efeito terapêutico satisfatório.
Considera-se excipiente todos os componentes da fórmula que não sejam substâncias ativas. Tais excipientes devem ser inertes com o princípio ativo e entre si próprios. Os excipientes classificam-se em diluentes, aglutinantes ou agregantes, desintegrantes e lubrificantes.
Pode-se também utilizar corretivos (de cor, de sabor, de pH) para propiciar uma maior aceitação do produto pelo paciente. Porém, cada substância adicionada a uma formulação poderá aumentar a probabilidade de incompatibilidade a ser formada.
O excipiente pode representar cerca de 1 a 99% da formulação e isto vai variar em função da necessidade de se estabilizar ou de oferecer condições técnicas para o preparo ou até com relação ao volume do princípio ativo.
A escolha do excipiente adequado para determinada fórmula é fundamental para a eficácia terapêutica do medicamento. Esta escolha deve se basear nas características das substâncias contidas na fórmula, bem como na possibilidade de interação destas substâncias com o excipiente. O excipiente de escolha deve ser aquele que não sofra qualquer tipo de interação, assegurando com isso biodisponibilidade e conseqüente efeito farmacológico. Pensando nisso a Galena desenvolveu Celulosix Ò FF, um excipiente que não sofre qualquer tipo de interação, assegurando com isto biodisponibilidade e conseqüente efeito farmacológico. Celulosix Ò FF é um pó de partículas porosas e incolores, insípido e inodoro, à base de celulose microcristalina e dióxido de silício coloidal.
Celulosix Ò FF tem a função de ser adsorvente e diluente para cápsulas e comprimidos; desintegrante para comprimidos e lubrificante para pós.

Aplicações do Celulosix FF

A celulose microcristalina é largamente utilizada em produtos farmacêuticos para formulações de cápsulas e comprimidos de uso oral. No processo de fabricação pode tanto ser usado na granulação por via úmida como na compressão direta.
Em adição ao s

 
 
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